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A abolição do sistema de certificado público mudou as leis de assinatura eletrônica na Coreia do Sul?

Shunfang
2026-02-25
3min
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Impacto da Abolição do Sistema de Certificados Públicos da Coreia nas Regulamentações de Assinatura Eletrônica

O cenário de assinatura eletrônica da Coreia do Sul tem sido historicamente influenciado por requisitos rigorosos de certificação digital, e as recentes mudanças regulatórias geraram discussões entre empresas e especialistas jurídicos. Em 2023, o governo sul-coreano anunciou a eliminação gradual do sistema obrigatório de certificados públicos, que tem sido a base de sua estrutura de identidade digital desde o início dos anos 2000. Essa medida, destinada a aliviar encargos administrativos e promover a inovação, levanta uma questão crucial: ela altera fundamentalmente as leis de assinatura eletrônica do país? Do ponto de vista comercial, entender essa evolução é essencial para empresas que operam no mercado tecnologicamente avançado da Coreia do Sul, onde as transações digitais representam mais de 90% de todos os negócios.

O sistema de certificados públicos, parte da Infraestrutura de Chave Pública (PKI) da Coreia, exigia que os usuários obtivessem certificados digitais autenticados de autoridades autorizadas, como a Agência de Internet e Segurança da Coreia (KISA), para assinaturas eletrônicas legalmente vinculativas. Esses certificados garantiam autenticação de alta garantia, semelhante a um notário digital, e eram um componente central da Lei de Assinatura Eletrônica de 1999 (alterada várias vezes, mais recentemente em 2022). Sob este regime, as assinaturas eletrônicas usando certificados públicos tinham o mesmo efeito legal que as assinaturas manuscritas, desde que atendessem aos padrões de segurança especificados na lei. No entanto, a complexidade do sistema – envolvendo tokens de hardware, renovações anuais e altos custos – dificultou a adoção generalizada, especialmente entre as pequenas e médias empresas (PMEs).

A abolição, formalizada por meio de revisões da Lei de Assinatura Digital e políticas relacionadas em 2023–2024, eliminou gradualmente a exclusividade dos certificados públicos. Em vez disso, introduziu uma abordagem em camadas para a validade da assinatura eletrônica. Transações de baixo risco agora podem depender de métodos mais simples, como verificação por SMS ou verificações biométricas, enquanto acordos de alto risco (como contratos imobiliários ou financeiros) ainda exigem autenticação robusta. Essa mudança se alinha às tendências globais em direção à flexibilidade, mantendo o foco da Coreia do Sul na segurança de dados, influenciado pela Lei de Proteção de Informações Pessoais (PIPA) e pelas leis de segurança cibernética. As empresas relataram impactos mistos: custos operacionais reduzidos em até 30% para assinaturas eletrônicas de rotina, mas a verificação de conformidade ainda exige rigor para evitar fraudes em um país com ameaças cibernéticas frequentes.

Isso significa que as leis de assinatura eletrônica foram subvertidas? Não exatamente. A estrutura central da Lei de Assinatura Eletrônica permanece em vigor, estipulando que as assinaturas eletrônicas devem ser “confiáveis” e verificáveis, com a não repudiação como um princípio fundamental. A abolição expandiu os métodos aceitáveis – agora incluindo integrações baseadas em API e autenticação multifator – sem diluir a aplicabilidade legal. Por exemplo, a Suprema Corte da Coreia, em decisões recentes (como casos de disputa contratual em 2024), manteve a validade das assinaturas eletrônicas, desde que demonstrassem intenção e integridade, independentemente do tipo de certificado. Essa evolução promove a inovação, especialmente nos setores de fintech e comércio eletrônico, onde a Coreia do Sul lidera na Ásia, com plataformas como KakaoPay e Naver integrando assinaturas perfeitas.

Do ponto de vista comercial, essa mudança cria um campo de jogo mais nivelado para provedores internacionais de assinatura eletrônica. Anteriormente, as ferramentas estrangeiras lutavam com a compatibilidade com PKI, mas agora podem se adaptar mais facilmente. No entanto, as empresas sul-coreanas ainda precisam lidar com os requisitos de localização, como residência de dados sob a Lei de Computação em Nuvem e integração com sistemas nacionais de identificação, como números de registro de residentes. No geral, a abolição simplifica os processos sem comprometer as proteções fundamentais da lei, potencialmente impulsionando o crescimento da economia digital, projetado para aumentar 15% ao ano até 2025.

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Visão Geral das Leis de Assinatura Eletrônica da Coreia do Sul

As regulamentações de assinatura eletrônica da Coreia do Sul são governadas principalmente pela Lei de Assinatura Eletrônica (ESA), promulgada em 1999 e revisada para incorporar os avanços na tecnologia digital. A ESA define uma assinatura eletrônica como dados anexados ou logicamente associados a um documento eletrônico, garantindo sua autenticidade e integridade. A validade legal depende de três pilares: exclusividade (vinculada ao signatário), consentimento (anexada voluntariamente) e confiabilidade (garantias técnicas contra alterações).

Antes da abolição, o sistema de certificados públicos era dominante, exigindo PKI autenticado para “assinaturas eletrônicas qualificadas” (QES), que ofereciam o mais alto valor probatório nos tribunais. Assinaturas não certificadas eram aceitáveis, mas carregavam riscos probatórios. A abolição de 2023, impulsionada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia da Informação e Comunicação (MSIT), respondeu às críticas de que o sistema estava desatualizado na era mobile-first. Promoveu “assinaturas eletrônicas simples” para uso diário, validadas por métodos alternativos como senhas de uso único (OTP) ou reconhecimento facial, mantendo QES para setores regulamentados como bancos, governados pela Lei de Transações Financeiras Eletrônicas.

As leis de apoio incluem a Lei de Estrutura para Documentos e Transações Eletrônicas, que obriga a não discriminação entre documentos eletrônicos e em papel, e a Lei de Promoção da Utilização de Redes de Informação e Comunicação, que lida com a segurança cibernética. A abordagem da Coreia contrasta com modelos mais permissivos em outros lugares; enfatiza a supervisão governamental, com a KISA certificando as autoridades de certificação. Para as empresas, isso significa que as ferramentas de assinatura eletrônica devem estar em conformidade com os padrões ISO 27001 e passar por auditorias regulares. As mudanças não reescreveram as leis, mas as modernizaram, reduzindo as barreiras ao comércio transfronteiriço, mantendo a reputação da Coreia por uma infraestrutura digital segura.

Na prática, o impacto é evidente em setores como o imobiliário, onde a Corporação de Terras e Habitação da Coreia agora aceita assinaturas eletrônicas simplificadas para arrendamentos, reduzindo os tempos de processamento em 50%. Especialistas jurídicos observam que, embora a abolição reduza as barreiras de entrada para players globais, provedores domésticos como a SK C&C da Coreia mantêm vantagens por meio de integrações nativas. Essa mudança regulatória marca um alinhamento da Coreia com padrões internacionais como a Lei Modelo da UNCITRAL sobre Assinaturas Eletrônicas, potencialmente atraindo mais investimento estrangeiro direto em serviços digitais.

Principais Soluções de Assinatura Eletrônica no Mercado Coreano

À medida que as leis de assinatura eletrônica da Coreia evoluem, as empresas buscam ferramentas compatíveis que equilibrem segurança, usabilidade e custo. Abaixo, examinamos os principais provedores – DocuSign, Adobe Sign, eSignGlobal e HelloSign (agora parte do Dropbox) – de uma perspectiva comercial neutra, com foco em recursos relevantes para operações na Coreia.

DocuSign: Líder Global em Assinatura Eletrônica Empresarial

O DocuSign continua sendo uma referência para soluções de assinatura eletrônica, oferecendo recursos robustos, como modelos, envio em massa e integrações de API para usuários de alto volume. Sua plataforma eSignature suporta a ESA da Coreia com opções avançadas de autenticação, incluindo verificação baseada em conhecimento adequada para a flexibilidade pós-abolição. Os preços começam em US$ 10 por mês para planos pessoais, escalando para cotações personalizadas para empresas, com opções adicionais de autenticação de identidade. A força do DocuSign reside em seu ecossistema, integrando-se com mais de 400 aplicativos, tornando-o adequado para empresas multinacionais que navegam no cenário regulatório coreano. No entanto, seu modelo baseado em assentos pode inflacionar os custos para grandes equipes, e a latência ocasional na região da Ásia-Pacífico afeta o desempenho.

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Adobe Sign: Integração Perfeita para Fluxos de Trabalho de Documentos

O Adobe Sign, como parte do Adobe Document Cloud, se destaca na automação de fluxos de trabalho, aproveitando a experiência em PDF do Acrobat para assinaturas seguras. Ele está em conformidade com os padrões de assinatura eletrônica da Coreia por meio de opções biométricas e multifatoriais, alinhando-se com as abordagens simplificadas pós-abolição. Os principais recursos incluem campos condicionais e coleta de pagamentos, com preços variando de US$ 10 por usuário por mês para indivíduos a níveis empresariais. Suas integrações com Microsoft 365 e Salesforce o tornam adequado para empresas nos setores criativo e jurídico da Coreia. As desvantagens incluem custos mais altos para recursos avançados e complexidade ocasional em assinaturas móveis com interfaces não inglesas.

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eSignGlobal: Conformidade e Acessibilidade para a Região Ásia-Pacífico

O eSignGlobal se posiciona como uma plataforma de assinatura eletrônica otimizada regionalmente, suportando a conformidade em mais de 100 países convencionais globalmente, com uma vantagem particular na região da Ásia-Pacífico (APAC). Na APAC, onde as assinaturas eletrônicas enfrentam fragmentação, altos padrões e regulamentação rigorosa, a abordagem de integração de ecossistema do eSignGlobal se destaca – contrastando com os modelos ESIGN/eIDAS baseados em estrutura dos EUA e da Europa. Os requisitos da APAC exigem integração profunda em nível de hardware/API com identidades digitais de governo para empresa (G2B), uma barreira técnica muito além dos métodos comuns de e-mail ou autodeclaração ocidentais. O eSignGlobal lançou iniciativas abrangentes de competição e substituição globalmente, incluindo Europa e Américas, contra DocuSign e Adobe Sign, enfatizando a relação custo-benefício. Por exemplo, seu plano Essential custa apenas US$ 16,6 por mês (cobrado anualmente), permitindo que até 100 documentos sejam assinados, assentos de usuário ilimitados e verificação por meio de códigos de acesso – mantendo a conformidade. Ele se integra perfeitamente com o iAM Smart de Hong Kong e o Singpass de Cingapura, aumentando a utilidade para transações APAC transfronteiriças. As empresas podem iniciar um teste gratuito de 30 dias para testar esses recursos. Esse modelo sem taxas por assento oferece forte valor para equipes em expansão em mercados regulamentados como a Coreia.

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HelloSign (Dropbox Sign): Facilidade de Uso para PMEs

O HelloSign, renomeado como Dropbox Sign, oferece assinaturas eletrônicas intuitivas com simplicidade de arrastar e soltar, suportando as leis atualizadas da Coreia por meio de verificação baseada em API. Ele oferece modelos ilimitados em planos avançados, a partir de US$ 15 por mês, com foco na conveniência para PMEs. As integrações com Dropbox e Google Workspace auxiliam na colaboração, mas carecem de alguns recursos de auditoria de nível empresarial em comparação com os concorrentes.

Análise Comparativa de Provedores de Assinatura Eletrônica

Para auxiliar na tomada de decisões, aqui está uma comparação neutra com base em fatores comerciais críticos para usuários na Coreia:

Provedor Preço (Inicial, USD/mês) Limites de Usuário Principais Recursos para a Coreia Pontos Fortes de Conformidade Desempenho na APAC
DocuSign US$ 10 (Pessoal) Por assento Envio em massa, API, pagamentos Opções QES alinhadas à ESA Bom, mas latência na região
Adobe Sign US$ 10 (Individual) Por assento Automação de fluxo de trabalho, biometria Suporte PIPA/ESA Integrações sólidas, velocidade moderada
eSignGlobal US$ 16,6 (Essencial, anual) Ilimitado Integrações G2B (por exemplo, Singpass), ferramentas de IA Mais de 100 países, nativo da APAC Otimizado para fragmentação
HelloSign US$ 15 (Essenciais) Por usuário Modelos simples, assinatura móvel Conformidade básica com a ESA Confiável para PMEs, APAC básica

Esta tabela destaca as compensações: gigantes globais como o DocuSign oferecem amplitude, enquanto players regionais como o eSignGlobal priorizam custo e localização.

Navegando no Futuro da Assinatura Eletrônica na Coreia

Em resumo, a abolição do sistema de certificados públicos da Coreia moderniza as leis de assinatura eletrônica, em vez de subvertê-las, promovendo a acessibilidade, mantendo a segurança. As empresas devem avaliar as ferramentas com base no volume de transações, nas necessidades de conformidade e na adaptabilidade regional. Para usuários que buscam uma alternativa ao DocuSign com forte conformidade regional, o eSignGlobal surge como uma escolha equilibrada.

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Shunfang
Diretor de Gestão de Produto na eSignGlobal, um líder experiente com vasta experiência internacional na indústria de assinaturas eletrónicas. Siga meu LinkedIn
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