


Na era digital, as assinaturas eletrônicas transformaram a forma como empresas e indivíduos executam acordos, agilizando processos e reduzindo o uso de papel. No entanto, com o aumento das ameaças cibernéticas, a segurança continua sendo fundamental. A autenticação multifator (MFA) serve como uma camada crítica nos fluxos de trabalho de assinatura eletrônica, garantindo que apenas usuários autorizados possam acessar, assinar ou gerenciar documentos. Este artigo explora a integração da MFA em assinaturas eletrônicas de uma perspectiva de negócios, examinando seus benefícios, métodos de implementação e suporte de fornecedores líderes, mantendo uma visão neutra das opções de mercado.

A MFA exige que os usuários forneçam dois ou mais fatores de verificação para acessar um sistema ou concluir uma ação, como assinar um documento. Esses fatores geralmente se enquadram em categorias: algo que você sabe (por exemplo, uma senha), algo que você tem (por exemplo, um smartphone para receber códigos) e algo que você é (por exemplo, digitalização biométrica, como impressão digital ou reconhecimento facial). Em assinaturas eletrônicas, a MFA vai além do login básico, validando a identidade dos signatários em estágios críticos para evitar fraudes.
De uma perspectiva de negócios, a MFA aborda vulnerabilidades em assinaturas remotas, onde ataques de phishing ou roubo de credenciais podem comprometer contratos confidenciais. Empresas que adotam assinaturas eletrônicas, mas carecem de MFA robusta, correm o risco de disputas legais, violações de dados e não conformidade regulatória, levando a perdas financeiras. Por exemplo, em setores de alto risco, como finanças ou saúde, a MFA garante que as assinaturas sejam à prova de adulteração e atribuíveis, alinhando-se aos padrões globais de confiança digital.
A integração da MFA em plataformas de assinatura eletrônica fortalece todo o ciclo de vida do documento. Durante o processo de assinatura, os usuários podem inserir senhas de uso único (OTP) via SMS, e-mail ou aplicativos de autenticação após o login inicial. Implementações avançadas incluem verificação biométrica ou tokens de hardware, adicionando camadas de proteção contra acesso não autorizado.
Observadores de negócios notam que a MFA reduz as taxas de abandono de signatários, estabelecendo confiança no processo – os usuários se sentem protegidos em sua identidade. Também suporta trilhas de auditoria, registrando tentativas de verificação para auditorias regulatórias. De acordo com benchmarks do setor, plataformas equipadas com MFA relatam reduções de fraude de até 99%, tornando-a uma salvaguarda econômica. No entanto, os desafios de implementação incluem atrito do usuário (por exemplo, atrasos na entrega de OTP) e variações regionais na confiabilidade das telecomunicações, que as empresas devem ponderar em relação aos ganhos de segurança.
Na prática, a MFA em assinaturas eletrônicas não apenas valida o acesso, mas também o consentimento. Por exemplo, antes de aplicar uma assinatura, um sistema pode enviar uma notificação para um dispositivo registrado, confirmando a intenção do usuário. Isso é particularmente importante para transações transfronteiriças, onde incompatibilidades de fuso horário podem complicar a verificação em tempo real.
Embora a consulta não especifique uma região, a compreensão das regulamentações globais fornece contexto para o papel da MFA. Nos EUA, a Lei ESIGN (2000) e a UETA validam assinaturas eletrônicas como equivalentes a assinaturas com tinta molhada, mas enfatizam métodos de autenticação “confiáveis”. A MFA se alinha às diretrizes do NIST (SP 800-63), que a recomendam para transações de risco moderado para garantir a não repudiação.
O regulamento eIDAS da Europa (2014, atualizado via eIDAS 2.0) exige assinaturas eletrônicas qualificadas (QES) sob requisitos de alta garantia, geralmente exigindo identificação remota semelhante à MFA (por exemplo, por meio de listas confiáveis da UE). Na região da Ásia-Pacífico, a Lei de Transações Eletrônicas (ETA) de Cingapura e a Portaria de Transações Eletrônicas de Hong Kong apoiam assinaturas eletrônicas, mas enfatizam a autenticação segura; a MFA ajuda a atender aos padrões de proteção de dados da PDPA.
Para empresas com operações internacionais, a MFA garante a conformidade em todas as jurisdições. A não conformidade pode invalidar assinaturas, expondo as empresas a multas – por exemplo, o GDPR impõe multas de até 4% da receita global por autenticação inadequada. Os provedores devem oferecer MFA configurável para se adaptar a essas regras, equilibrando usabilidade e rigor legal.
Várias plataformas integram a MFA perfeitamente em fluxos de trabalho de assinatura eletrônica, cada uma com pontos fortes adequados para diferentes tamanhos de negócios. Abaixo, examinamos os principais players de forma neutra, destacando recursos de MFA, preços e conformidade.
A DocuSign, como líder de mercado, incorpora a MFA em seus planos eSignature, suportando OTPs por SMS, aplicativos de autenticação e biometria por meio de parceiros. Em seus níveis Standard e Business Pro (US$ 25–US$ 40/usuário/mês anualmente), os usuários habilitam a MFA para acesso à conta e verificação do signatário, incluindo verificações de documentos de identificação como um complemento. Para necessidades de alta conformidade, os planos Enterprise oferecem integração SSO com provedores de MFA como Okta, garantindo logs prontos para auditoria.
Essa configuração atrai empresas globais que lidam com grandes volumes de assinaturas, embora complementos como entrega de SMS incorram em taxas por mensagem. A MFA da DocuSign está em conformidade com as regulamentações ESIGN, eIDAS e APAC, mas atrasos transfronteiriços podem afetar a velocidade do OTP em regiões como a China.

O Adobe Sign (parte do ecossistema Adobe Acrobat) oferece MFA por meio do Adobe IMS, suportando aplicativos TOTP, SMS e chaves de hardware. Disponível de planos individuais (US$ 10/mês) a planos Enterprise (personalizados), ele verifica os signatários por meio de e-mail + autenticação baseada em conhecimento ou biometria móvel. Complementos como o Adobe Trust Center habilitam IDV avançado, incluindo detecção de vivacidade.
As empresas valorizam sua integração perfeita com o Microsoft 365 ou Salesforce, onde a MFA se propaga desses sistemas. Os preços começam baixos, mas aumentam com a expansão dos recursos; no entanto, é criticado por ser caro em uso intensivo de automação. A cobertura de conformidade abrange o ESIGN dos EUA e o eIDAS da UE, com forte suporte APAC por meio de data centers locais.

A eSignGlobal suporta MFA em todos os planos, incluindo verificação de código de acesso, OTPs por SMS e biometria, garantindo a autenticidade do signatário. Ele está em conformidade com as regulamentações em mais de 100 países convencionais, com pontos fortes na APAC, como latência otimizada e integrações locais (por exemplo, iAM Smart em Hong Kong, Singpass em Cingapura). O plano Essential, a apenas US$ 16,6/mês (ver preços), permite até 100 documentos por mês, assentos de usuário ilimitados e verificação baseada em código de acesso – oferecendo conformidade de alto valor sem custos adicionais. Isso o torna uma escolha econômica para empresas focadas na APAC, mantendo os padrões globais.

O HelloSign, agora Dropbox Sign, oferece MFA por meio do Google Authenticator ou SMS em seus planos Essentials (US$ 15/mês) a Premium (US$ 25+/usuário/mês). Ele se concentra em OTPs simples para signatários e suporta APIs para MFA personalizada. Os pontos fortes incluem a integração com o Dropbox para armazenamento seguro, mas a biometria avançada é limitada a complementos corporativos. Embora esteja em conformidade com o ESIGN e seja adequado para PMEs, os limites de envelopes (por exemplo, 20/mês no básico) podem restringir usuários de alto volume.
Para auxiliar na tomada de decisões empresariais, aqui está uma comparação neutra do suporte de MFA, preços e recursos principais desses provedores (com base em dados públicos de 2025; os valores reais variam por região/contrato):
| Provedor | Preço Inicial (Anual, USD) | Opções de MFA | Limite de Envelopes (Base) | Foco na Conformidade | Pontos Fortes para Negócios |
|---|---|---|---|---|---|
| DocuSign | US$ 120 (Pessoal); US$ 300/usuário (Padrão) | SMS, Aplicativo, Biometria, SSO | 5–100/mês/usuário | Global (ESIGN, eIDAS, APAC) | Escalabilidade empresarial, integrações |
| Adobe Sign | US$ 120 (Individual); Personalizado (Equipes) | TOTP, SMS, Biometria | Ilimitado (em camadas) | Forte nos EUA/UE, data centers APAC | Laços com o ecossistema (por exemplo, Office) |
| eSignGlobal | US$ 199 (Essencial, ~US$ 16,6/mês) | Código de Acesso, SMS, Biometria, SSO Regional | 100/mês | Mais de 100 países, nativo APAC | Custo-benefício, assentos ilimitados |
| HelloSign (Dropbox Sign) | US$ 180 (Essentials) | SMS, Aplicativo Autenticador | 20/mês | ESIGN dos EUA, global básico | Simplicidade, sincronização de armazenamento em nuvem |
Esta tabela destaca as compensações: DocuSign se destaca em volume, Adobe em integração, eSignGlobal em valor regional e HelloSign em facilidade de uso para pequenas equipes. A profundidade da MFA varia – a MFA é padrão, mas geralmente medida em complementos.
A adoção da MFA em assinaturas eletrônicas é mais do que apenas uma caixa de seleção de segurança; é um facilitador estratégico para a transformação digital. De acordo com insights de analistas, as empresas relatam ciclos de assinatura 30–50% mais rápidos com MFA confiável, mas devem lidar com custos (por exemplo, US$ 0,10–US$ 0,50 por SMS) e treinamento do usuário. As tendências emergentes incluem MFA sem senha por meio de chaves de acesso e avaliação de risco orientada por IA, prometendo proteção mais forte.
Na região da Ásia-Pacífico, à medida que a soberania dos dados se intensifica, plataformas com MFA localizada se destacam, reduzindo barreiras de conformidade. As empresas devem experimentar opções com base em volume, região e integrações para otimizar o ROI.
Para usuários que buscam alternativas ao DocuSign com forte conformidade regional, o eSignGlobal se destaca como uma escolha equilibrada.
Apenas e-mails corporativos são permitidos