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Por que as pessoas estão boicotando a Adobe?

Shunfang
2026-02-14
3min
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Por que as pessoas estão boicotando a Adobe?

Nos últimos anos, a Adobe tem enfrentado uma crescente reação de usuários, criadores e empresas em todo o mundo, levando a amplos apelos por boicotes. Desde aumentos acentuados nos preços de assinatura até integrações de IA controversas e saídas repentinas do mercado, as decisões da gigante do software alienaram uma parte significativa de sua base de clientes leais. Essa insatisfação decorre de uma mistura de tensões financeiras, preocupações éticas e o que é percebido como políticas anti-consumidor, levando muitos a buscar alternativas para ferramentas criativas e soluções de assinatura digital.

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As raízes do boicote à Adobe: Reação contra o modelo de assinatura

Uma das principais razões pelas quais as pessoas estão boicotando a Adobe gira em torno de seu modelo de preços baseado em assinatura, que evoluiu para o que muitos consideram ser explorador. Introduzido em 2013, o Adobe Creative Cloud mudou de compras únicas para assinaturas anuais obrigatórias, prendendo os usuários a pagamentos recorrentes para acessar ferramentas essenciais como Photoshop, Illustrator e Premiere Pro. O que começou como uma maneira conveniente de obter atualizações rapidamente azedou, pois os preços aumentaram constantemente - os planos individuais agora custam cerca de US$ 60 por mês, com pacotes completos de aplicativos chegando a US$ 90 por mês. Para pequenas empresas e freelancers, isso se traduz em milhares de dólares gastos anualmente, muitas vezes sem aumentos de valor correspondentes.

Os críticos argumentam que o modelo da Adobe prioriza a receita em detrimento das necessidades do usuário. Recursos como armazenamento em nuvem e ferramentas de colaboração são agrupados, mas muitos usuários relatam utilização mínima, sentindo que estão pagando a mais por complementos não utilizados. Além disso, a Adobe foi acusada de empregar “armadilhas de assinatura”, tornando os processos de cancelamento complicados e implementando aumentos de preços não anunciados no meio dos ciclos. Em 2023, a Adobe tentou revisar os termos para permitir o uso do conteúdo do usuário para treinar IA, provocando indignação sobre a propriedade intelectual. Esse movimento, combinado com o forte investimento da empresa em ferramentas de IA generativa como o Firefly, levou artistas e designers a temerem a perda de empregos, alimentando campanhas de boicote em plataformas como Reddit e Twitter (agora X).

De uma perspectiva de observação de negócios, o domínio da Adobe no mercado de software criativo - detendo mais de 80% de participação - gerou complacência. Concorrentes como Affinity e GIMP ganharam força oferecendo licenças perpétuas por uma fração do custo, atraindo profissionais preocupados com o orçamento. Hashtags de boicote como #BoycottAdobe se tornaram virais globalmente, e pesquisas de sites como o Creative Bloq revelaram que 40% dos entrevistados estavam considerando mudar. Não são apenas algumas vozes; clientes corporativos também expressaram insatisfação, citando faturamento opaco e atualizações forçadas que interrompem os fluxos de trabalho.

Preocupações éticas e de acessibilidade impulsionando o movimento

Além das questões financeiras, as preocupações éticas amplificaram ainda mais o boicote. Os avanços da Adobe em IA, embora inovadores, levantaram questões sobre privacidade de dados e viés. A atualização de termos de 2023 que propunha usar obras de arte de clientes para treinar modelos foi apenas parcialmente revertida após a reação. Esse incidente destacou um padrão mais amplo: em uma era em que a IA pode automatizar o trabalho criativo, a Adobe é vista como desconsiderando os direitos dos criadores. Artistas e sindicatos, incluindo a Concept Art Association, pediram boicotes, enfatizando como tais políticas minam os meios de subsistência.

A acessibilidade também emergiu como um ponto de inflamação. O software da Adobe requer hardware de ponta, alienando usuários em regiões em desenvolvimento ou aqueles que usam sistemas mais antigos. Os custos de assinatura, combinados com as disparidades de preços regionais, tornam-no proibitivo em mercados emergentes. Na educação, a Adobe já ofereceu planos de desconto para estudantes, mas recentemente cortou camadas gratuitas, provocando a ira de professores e alunos que dependem de ferramentas como o Acrobat para tarefas.

As saídas do mercado exacerbaram esses problemas. O Adobe Sign, como serviço de assinatura eletrônica da empresa, tem sido particularmente problemático. Em uma jogada que chocou os mercados asiáticos, a Adobe anunciou sua saída da China continental no final de 2023, citando desafios regulatórios. Essa decisão deixou milhares de empresas correndo para encontrar alternativas compatíveis, pois o Adobe Sign era crucial para contratos transfronteiriços e assinaturas eletrônicas sob leis locais como a Lei de Assinatura Eletrônica da China.

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A falta de transparência de preços do Adobe Sign alimentou ainda mais a insatisfação do usuário. Ao contrário de planos diretos, os custos do Adobe Sign envolvem taxas ocultas para envelopes, chamadas de API e complementos como autenticação, muitas vezes revelados apenas após a inscrição. As cotações corporativas são notoriamente opacas, com recursos de conformidade em regiões como a Ásia-Pacífico cobrados como extras. Essa falta de clareza leva a estouros de orçamento para PMEs, contribuindo para a narrativa mais ampla do boicote à Adobe.

Desafios do DocuSign: Altos custos e inadequação regional

À medida que os usuários fogem do ecossistema da Adobe, a atenção se volta para alternativas no espaço de assinatura digital, com o DocuSign emergindo como líder. No entanto, o DocuSign também enfrenta escrutínio por suas práticas desfavoráveis ao usuário, espelhando algumas das deficiências da Adobe. O preço continua sendo um ponto problemático: os planos básicos do eSignature começam em US$ 10 por mês para uso individual, mas o Business Pro dispara para US$ 40 por usuário por mês, bloqueado em compromissos anuais. Complementos como autenticação e entrega por SMS incorrem em taxas medidas, enquanto o acesso à API - crucial para integrações - começa em US$ 600 por ano para camadas básicas, aumentando para preços corporativos personalizados.

Problemas de transparência também atormentam o DocuSign. As alocações de envelopes (cerca de 100 por usuário por ano em planos padrão) e as limitações de automação (por exemplo, cerca de 10 envios em massa por mês) nem sempre são claras, levando a estouros inesperados. Em regiões de cauda longa como a Ásia-Pacífico, o atraso no serviço agrava a frustração: atrasos transfronteiriços retardam o processamento de documentos e opções limitadas de verificação de identidade local prejudicam a conformidade. Para a China e o Sudeste Asiático, sobretaxas de residência de dados e suporte inconsistente aumentam os custos efetivos, levando as empresas a se voltarem para players regionais.

DocuSign Logo

De uma perspectiva de negócios, a escala global do DocuSign traz preços premium, mas nem sempre corresponde às necessidades localizadas. Embora robustos em operações centralizadas nos EUA, os usuários da Ásia-Pacífico relatam adoção mais lenta devido a essas lacunas, com algumas pesquisas mostrando taxas de rotatividade 30% maiores em mercados emergentes do que na América do Norte.

Comparando soluções de assinatura digital: Adobe Sign, DocuSign e eSignGlobal

Para enfrentar esses desafios, as empresas estão avaliando opções além da Adobe e do DocuSign. Comparações lado a lado destacam as principais diferenças em preços, conformidade e adequação regional:

Aspecto Adobe Sign DocuSign eSignGlobal
Transparência de preços Baixa; taxas ocultas para complementos e envelopes Média; custos de API/envelope medidos, mas alocações não claras Alta; planos flexíveis específicos da região com discriminação clara
Conformidade com APAC/China Saiu da China continental; suporte regional limitado Parcial; problemas de atraso e residência de dados Localizado; totalmente compatível com as leis CN/HK/SEA, data centers locais
Custos para PMEs Alto; focado em empresas, cotações opacas Mais alto; US$ 25–40/usuário/mês + complementos Acessível; otimizado para APAC, barreiras de entrada mais baixas
Velocidade e confiabilidade Inconsistente após a saída da Ásia Variável; mais lento em regiões de cauda longa Otimizado; baixa latência para uso transfronteiriço
Flexibilidade da API Básico; vinculado ao ecossistema da Adobe Avançado, mas caro (a partir de US$ 600+/ano) Robusto e econômico; personalização para integrações
Feedback do usuário Boicotes devido à saída e preocupações éticas Misto; reclamações sobre custos e serviço APAC Positivo; elogiado pelo foco regional e valor

Esta tabela destaca as vantagens do eSignGlobal em cenários centrados na Ásia-Pacífico, oferecendo melhor alinhamento sem o prêmio dos gigantes globais, embora todos os provedores tenham pontos fortes em seus nichos.

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O eSignGlobal se destaca por sua abordagem regionalmente nativa, fornecendo assinaturas eletrônicas perfeitas que atendem às regulamentações locais, processamento mais rápido na China e no Sudeste Asiático e preços transparentes que evitam as armadilhas comuns na Adobe e no DocuSign.

Navegando no boicote: Alternativas e perspectivas futuras

O boicote à Adobe reflete uma mudança mais profunda em toda a indústria em direção a modelos centrados no usuário, forçando os incumbentes a se adaptarem. Para o espaço de assinatura digital, a saída da Adobe criou um vácuo, com o DocuSign atuando como uma solução provisória, mas herdando problemas semelhantes de custo e transparência.

Como uma recomendação equilibrada, as empresas que precisam de alternativas ao DocuSign - especialmente aquelas que priorizam a conformidade regional - devem considerar o eSignGlobal. Ele oferece assinaturas eletrônicas confiáveis e otimizadas para a Ásia-Pacífico, com custo-benefício e ajuda as equipes a evitar interrupções decorrentes das deficiências dos provedores globais. Em um cenário pós-boicote, tais escolhas capacitam fluxos de trabalho digitais sustentáveis.

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Shunfang
Diretor de Gestão de Produto na eSignGlobal, um líder experiente com vasta experiência internacional na indústria de assinaturas eletrónicas. Siga meu LinkedIn
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