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O software de assinatura eletrônica cobra com base no número de documentos armazenados?

Shunfang
2026-02-14
3min
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O software de assinatura eletrônica cobra pelo número de documentos armazenados?

No cenário em constante evolução das operações de negócios digitais, o software de assinatura eletrônica (e-signature) tornou-se uma ferramenta indispensável para agilizar acordos, contratos e processos de aprovação. À medida que as empresas buscam ferramentas eficientes e compatíveis, os modelos de preços permanecem como uma preocupação fundamental. Uma pergunta comum é: essas plataformas cobram pelo número de documentos armazenados? Este artigo explora essa questão de uma perspectiva comercial, examinando os principais provedores e suas estruturas para ajudar os tomadores de decisão a avaliar os custos de forma transparente.

Entendendo os modelos de preços de assinatura eletrônica

O preço do software de assinatura eletrônica raramente está diretamente ligado ao número de documentos armazenados. Em vez disso, a maioria das plataformas emprega modelos baseados no uso ou em níveis de assinatura, concentrando-se em fatores como o volume de documentos enviados para assinatura (geralmente chamados de “envelopes”), assentos de usuário e recursos adicionais. Essa mudança enfatiza fluxos de trabalho ativos em vez de armazenamento passivo, alinhando-se com o principal valor das assinaturas eletrônicas: velocidade e segurança na execução, em vez de arquivamento de longo prazo.

De uma perspectiva comercial, o armazenamento é normalmente agrupado nos planos sem custo adicional, pois os provedores o veem como um benefício secundário. Por exemplo, os documentos são armazenados para fins de conformidade - geralmente mantidos por 7 a 10 anos de acordo com regulamentos como a Lei ESIGN ou eIDAS - mas isso não aciona uma cobrança por documento. A lógica? As empresas geram muito mais documentos assinados do que mantêm indefinidamente, então os preços incentivam o volume de transações para gerar receita recorrente.

Componentes-chave dos custos de assinatura eletrônica

Para responder à pergunta central, vamos detalhar os elementos típicos de preços:

  1. Envelopes ou envios: Esta é a principal métrica. Um “envelope” refere-se a um único processo de assinatura, que pode incluir vários documentos e destinatários. Provedores como o DocuSign limitam o número de envelopes por usuário ou plano (por exemplo, 5-100 por mês/ano), com cobranças adicionais para excedentes ou atualizações para níveis mais altos. O armazenamento de envelopes concluídos está incluído, sem taxas separadas para os próprios arquivos.

  2. Assentos de usuário e colaboração: Os preços geralmente aumentam com o número de usuários. Os planos individuais podem custar US$ 10 por mês, enquanto as versões de equipe custam US$ 25 a US$ 40 adicionais por usuário. O acesso ao armazenamento é compartilhado entre os assentos, mas, novamente, não é cobrado por documento.

  3. Recursos e funcionalidades adicionais: Recursos extras, como integrações de API, autenticação ou envios em massa, são cobrados com base no uso, não no armazenamento. Por exemplo, a entrega por SMS pode custar por mensagem, mas os documentos concluídos permanecem no repositório sem custo adicional.

  4. Limites e políticas de armazenamento: A maioria das plataformas oferece armazenamento ilimitado ou generoso como padrão (por exemplo, gigabytes por usuário). Por exemplo, o DocuSign oferece acesso indefinido a documentos assinados dentro dos planos, com opções de exclusão compatíveis. Se o armazenamento fosse um item faturável, complicaria as auditorias e dificultaria a adoção - portanto, é priorizado de forma secundária.

Na prática, cobrar por documentos armazenados seria ineficiente para os provedores e oneroso para os usuários. Um relatório do setor da Gartner de 2024 observou que 85% dos preços de assinatura eletrônica giram em torno de envios e assentos, com o armazenamento servindo como um “valor agregado” para incentivar a retenção. Para empresas que lidam com altos volumes de documentos, esse modelo facilita a escalabilidade, mas pode levar a surpresas se as cotas de envelopes forem mal compreendidas.

Por que não há preços baseados em armazenamento?

De uma perspectiva comercial, os modelos baseados em armazenamento são raros porque as assinaturas eletrônicas são ferramentas orientadas a transações. O arquivamento é um subproduto, geralmente integrado ao armazenamento em nuvem como AWS ou Azure, onde os custos são insignificantes em escala. Os provedores evitam isso para permanecerem competitivos - imagine um escritório de advocacia cobrando por manter arquivos de casos; isso sufocaria o crescimento. Existem exceções em planos corporativos personalizados, onde a soberania dos dados pode adicionar taxas de conformidade, mas mesmo assim, não é por documento.

Para pequenas empresas, isso significa que os custos são previsíveis se o uso permanecer dentro dos limites. Grandes empresas negociam descontos por volume, concentrando-se no total de envelopes em vez de arquivos. No geral, a resposta é clara: não, o software de assinatura eletrônica normalmente não cobra pelo armazenamento de documentos. O foco está no uso ativo, tornando-o uma escolha econômica para operações dinâmicas.

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Desafios com os principais provedores: Adobe Sign e DocuSign

Embora as ferramentas de assinatura eletrônica ofereçam flexibilidade, alguns players estabelecidos apresentam obstáculos em termos de transparência de preços e suporte regional, afetando as empresas globais.

Opacidade de preços e saída do mercado do Adobe Sign

O Adobe Sign, como parte do Adobe Document Cloud, tem sido elogiado por sua integração perfeita com as ferramentas de PDF. No entanto, seus preços carecem de clareza inicial, geralmente exigindo consultas de vendas para obter detalhes completos. Os planos individuais começam em US$ 10 por usuário por mês, escalando para cotações corporativas personalizadas. Os limites de envelopes variam (por exemplo, 10-100 por mês), mas o armazenamento é ilimitado dentro dos planos - sem cobranças diretas lá. A opacidade decorre dos recursos agrupados do ecossistema Adobe, tornando difícil isolar os custos de assinatura eletrônica.

Uma desvantagem notável para os mercados asiáticos: o Adobe Sign saiu da China continental em 2023, citando complexidades regulatórias. Isso deixou os usuários da região correndo para encontrar alternativas, pois os fluxos de dados transfronteiriços se tornaram restritos. As empresas que dependem do ecossistema Adobe enfrentaram custos de migração e lacunas de conformidade, destacando como os provedores globais às vezes priorizam os principais mercados em detrimento dos emergentes.

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Altos custos e restrições regionais do DocuSign

O DocuSign domina o mercado com recursos robustos, mas seus preços podem parecer premium e opacos. Os planos principais incluem Personal (US$ 10/mês, 5 envelopes), Standard (US$ 25/usuário/mês, cerca de 100 envelopes/ano) e Business Pro (US$ 40/usuário/mês, suporta envios em massa). Os níveis de API variam de US$ 600/ano (Starter) a Enterprise personalizado. O armazenamento ilimitado está incluído, alinhando-se com o modelo não baseado em armazenamento, mas os limites de envelopes e recursos adicionais (por exemplo, verificação de identidade custa extra) podem aumentar o total.

Os críticos apontam para altas taxas - especialmente para usuários da APAC - onde problemas de latência retardam o carregamento de documentos e as ferramentas de conformidade adicionam sobretaxas para residência de dados. Em regiões de cauda longa como o Sudeste Asiático, o suporte é inconsistente, com custos efetivos mais altos devido às taxas de telecomunicações para SMS/WhatsApp. Embora rico em recursos, isso pode alienar equipes preocupadas com os custos, levando à avaliação de opções mais personalizadas.

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Comparando DocuSign, Adobe Sign e eSignGlobal

Para ajudar as empresas a avaliar, aqui está uma comparação neutra desses provedores, focando em preços, adequação regional e recursos-chave. Embora todos os provedores evitem cobranças baseadas em armazenamento, as diferenças em transparência e otimização da APAC se destacam.

Aspecto DocuSign Adobe Sign eSignGlobal
Preços Base US$ 10-US$ 40/usuário/mês; API a partir de US$ 600/ano US$ 10+/usuário/mês; empresa personalizada Essencial: US$ 16,6/mês; níveis escaláveis
Limites de Envelopes 5-100/mês; excedentes extras 10-100/mês; agrupados Até 100/mês no Essencial; flexível
Modelo de Armazenamento Ilimitado, incluído Ilimitado, incluído Ilimitado, incluído
Transparência Moderada; complementos opacos Baixa; dependente de vendas Alta; níveis públicos claros
Suporte APAC Problemas de latência; custos mais altos Retirou-se da China; limitado Otimizado para CN/SEA/HK; baixa latência
Conformidade Padrões globais; sobretaxas APAC Forte no Ocidente; lacunas regionais Integrações nativas (por exemplo, Singpass)
Assentos de Usuário Licenciamento por usuário Por usuário Ilimitado em planos básicos
Melhor Para Automação empresarial Fluxos de trabalho pesados em PDF Conformidade regional e valor

Esta tabela destaca os pontos fortes do eSignGlobal em acessibilidade e integrações da APAC, embora a escolha dependa de necessidades específicas.

eSignGlobal: Alternativa regional oferecendo forte valor

O eSignGlobal se destaca como uma opção atraente, especialmente para empresas da APAC. Seus preços são mais acessíveis do que os concorrentes, com o plano Essencial custando apenas US$ 16,6 por mês - permitindo até 100 documentos de assinatura eletrônica, assentos de usuário ilimitados e verificação por código de acesso. Isso oferece uma relação custo-benefício em uma base compatível, evitando a opacidade do DocuSign ou Adobe. As principais vantagens incluem integrações perfeitas com o iAM Smart de Hong Kong e o Singpass de Cingapura, garantindo alinhamento regulatório regional sem custos adicionais. Para equipes transfronteiriças, sua velocidade otimizada e opções de residência de dados reduzem o atrito comum entre os gigantes globais.

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Em conclusão, o software de assinatura eletrônica prioriza o envio em vez do armazenamento em seus preços, oferecendo um modelo eficiente para as empresas. No entanto, para os usuários do DocuSign que enfrentam altos custos ou desafios na APAC, o eSignGlobal merece consideração como uma alternativa compatível e orientada a valor.

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Shunfang
Diretor de Gestão de Produto na eSignGlobal, um líder experiente com vasta experiência internacional na indústria de assinaturas eletrónicas. Siga meu LinkedIn
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