


Na era tecnológica em que vivemos, a forma de assinar documentos evoluiu do tradicional papel e caneta para assinaturas digitais rápidas, seguras e com validade legal. Especialmente em regiões como Hong Kong e Sudeste Asiático, a conformidade com as regulamentações locais de transações eletrônicas é crucial. Se você já ouviu termos como “assinatura digital”, “chave pública” ou “chave privada”, mas não tem certeza de como eles funcionam juntos, você não está sozinho. Este artigo irá explicar os princípios técnicos e o arcabouço legal, com ênfase nos termos regulatórios locais e requisitos de conformidade.
Uma assinatura digital é um mecanismo de criptografia usado para verificar a autenticidade e integridade de mensagens, softwares ou arquivos digitais. Ao contrário das assinaturas eletrônicas (como digitar seu nome no final de um e-mail), as assinaturas digitais oferecem um nível mais alto de segurança por meio de técnicas de criptografia. Em regulamentações locais de transações eletrônicas, incluindo a “Electronic Transactions Ordinance” (Capítulo 553) de Hong Kong e a “Electronic Transactions Act” de Singapura, as assinaturas digitais são amplamente reconhecidas.
A tecnologia central das assinaturas digitais é um sistema de criptografia assimétrica, que depende de um par de chaves:
Chave Privada (Private Key): Mantida pelo signatário, usada exclusivamente para “assinar” documentos, gerando uma assinatura que está relacionada ao conteúdo do documento e é exclusiva da identidade do signatário.
Chave Pública (Public Key): Divulgada a qualquer pessoa que precise verificar a assinatura, usada para descriptografar as informações geradas pela chave privada, confirmando que o documento não foi adulterado e que a assinatura é genuína.
O processo funciona da seguinte forma:
O signatário usa a chave privada para gerar uma assinatura no documento.
O destinatário obtém uma cópia da chave pública do signatário.
A chave pública é usada para verificar a validade da assinatura, garantindo que o documento não foi alterado desde a assinatura.
Todo o processo não apenas verifica a identidade do signatário, mas também garante a integridade do documento.

Hashing do Documento (Hashing): Primeiro, o sistema realiza o hashing do arquivo, gerando um resumo digital de comprimento fixo para representar o conteúdo do arquivo.
Criptografia com Chave Privada: O signatário criptografa o valor de hash com sua chave privada, gerando a assinatura digital. Esta etapa garante que a assinatura só pode ser gerada pelo proprietário dessa chave privada.
Fase de Verificação: O destinatário usa a chave pública para descriptografar a assinatura digital, obtendo o valor de hash. O sistema realiza o hashing do documento original novamente e compara com o valor de hash descriptografado.
Verificação Concluída: Se os dois forem consistentes, isso prova que o arquivo não foi modificado e que a identidade do signatário é válida.
Além da segurança técnica, as assinaturas digitais devem estar em conformidade com as normas legais da jurisdição relevante. Por exemplo:
Hong Kong: De acordo com a “Electronic Transactions Ordinance” (Capítulo 553), se uma assinatura digital for gerada com base em um certificado digital reconhecido, ela terá a mesma validade legal que uma assinatura manuscrita.
Singapura: A “Electronic Transactions Act” reconhece explicitamente que as assinaturas digitais emitidas por uma Autoridade de Certificação (CA) são legalmente válidas e executáveis.
Malásia: A “Digital Signature Act de 1997” estabelece regulamentos rigorosos para o uso de chaves digitais e exige que as autoridades de certificação sejam autorizadas pela Comissão de Comunicações e Multimídia da Malásia.
Ao seguir o sistema legal local, as assinaturas digitais não apenas possuem segurança técnica, mas também executabilidade legal.

As assinaturas digitais dependem de um terceiro confiável - a Autoridade de Certificação (Certificate Authority, CA). A CA emite certificados digitais, vinculando a chave pública a um usuário (pessoa física ou jurídica). De acordo com os regulamentos de vários locais, os certificados digitais geralmente precisam ser emitidos por uma CA reconhecida nesta região para garantir a conformidade.
Por exemplo, em Hong Kong, as CAs devem ser reconhecidas de acordo com a “Electronic Transactions Ordinance”. O uso de uma CA não certificada pode tornar a assinatura legalmente inválida.
Segurança: Os dados são protegidos por criptografia, tornando-os difíceis de falsificar.
Integridade: Se o documento for alterado, a assinatura se torna inválida.
Irretratabilidade: Como a assinatura é feita com uma chave privada, o signatário não pode negar a legalidade de sua assinatura posteriormente.
Validade Legal: Se a assinatura for realizada com base em um certificado reconhecido, pode-se garantir que ela tenha força legal nos tribunais.

Governo e Governo Eletrônico: Por exemplo, declaração de impostos, solicitação de licenças e processos de conformidade regulatória.
Imobiliário e Documentos Jurídicos: Incluindo contratos, títulos de propriedade e documentos de divulgação.
Bancos e Serviços Financeiros: Formulários de empréstimo, divulgação de documentos e acordos de investimento.
Gestão de Operações Empresariais: Processos de integração de RH, acordos com fornecedores e documentos de compra, etc.
Esses casos de uso destacam a importância de escolher um provedor de serviços de assinatura digital seguro e em conformidade.
Embora existam muitas soluções de assinatura digital disponíveis no mercado global, as empresas locais em Hong Kong e no Sudeste Asiático devem garantir que a plataforma escolhida esteja em conformidade com a estrutura legal relevante. Um provedor de serviços que entenda o idioma local, os regulamentos e as operações práticas pode fornecer uma experiência de assinatura digital tranquila e garantir a certeza legal.
Para profissionais e organizações em Hong Kong e no Sudeste Asiático que desejam encontrar uma alternativa DocuSign confiável e em conformidade com os regulamentos, o eSignGlobal é uma excelente escolha. Ele oferece forte criptografia, uma interface amigável e, o mais importante, está em conformidade com os padrões legais de assinatura digital em regiões como Hong Kong, Singapura e Malásia.
Seja você uma empresa multinacional ou uma pequena ou média empresa em rápido crescimento, o eSignGlobal pode garantir que sua estratégia de assinatura digital esteja alinhada com os regulamentos regionais - minimizando o risco legal e aumentando a eficiência operacional.

Em resumo, entender como as assinaturas digitais funcionam por meio de chaves privadas e públicas não apenas fortalece a proteção de segurança da informação de uma empresa, mas também ajuda a aumentar a confiança de clientes e parceiros na capacidade de conformidade da empresa. Escolher um provedor de serviços confiável e em conformidade, como o eSignGlobal, significa que você não está apenas adotando uma tecnologia avançada, mas também dando um passo fundamental em direção a uma forma de trabalho futura em conformidade.
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